MENINO RHUAN MORTO E DECAPITADO EM BRASILIA PELA PRÓPRIA MÃE E SUA COMPANHEIRA

Por Gilberto de Almeida 16/06/2019 - 13:22 hs
Foto: Divulgação

Um crime bárbaro chocou a população de Brasília mais que isso o país inteiro no final do mês de maio e inicio de junho, o menino Rhuan Maycon 08 anos, foi brutalmente assassinado pela própria mãe com a ajuda de sua companheira, antes de ser morto o menino havia tido suas partes intimas decapitadas pela mãe, ainda com vida ele foi esquartejado e decapitado.

As duas foram indiciadas por cinco crimes e as penas somando podem chegar até 57 anos, a principal acusação contra elas é de homicídio qualificado, com agravantes de motivação fútil e da impossibilidade de defesa da vitima.

De acordo com relatório final do processo o crime todo ocorreu dentro da própria residência, e à noite, enquanto Rhuan dormia sua mãe, desferiu-lhe um golpe de facas em suas costas. Ainda segundo dados apontados indicam que o menino de apenas 08 anos de idade ainda rolou na cama até cair no chão.  De frente para ele, mãe lhe atingiu com outras 11 facadas no tórax da criança, após as facadas teria iniciado a decapitação do próprio filho.

O crime revoltou ainda mais a sociedade após serem divulgadas informações que após o esquartejamento ela e a companheira tentaram a arrancar a pele do rosto do pequeno indefeso Rhuan, para fritar numa panela. A cabeça foi posta num balde, e o resto do corpo em uma churrasqueira.

O objetivo era descolar a pele dos ossos da criança pelo calor, além de descolar os ossos do corpo para serem triturados, para isso foram comprados às vésperas do crime uma faca, carvão e um martelo.

As mulheres tentaram dar fim aos restos mortais da criança que foram colocados em duas mochilas escolares e uma mala de viagem, que a mãe tentou dispensar em um bueiro. Após o crime o local foi limpo com água sanitária, lavaram o sangue e eliminaram resíduos que pudessem incriminá-las.

Rhaun foi torturado pelo casal antes da noite em que perdeu a vida, tendo sido esmaculado (corte do pênis) e castrado ( corte dos testículos) e urinava apenas sob forte pressão, quando a bexiga já estava cheia. Segundo a perícia, o simples ato fisiológico era um martírio para a criança.

 “A uretra se retraiu e se formou uma fístula da uretra até a derme (pele); era por esse caminho muito estreito que o menino conseguia urinar. Ele só urinava sob alta pressão e isso retira a qualidade de vida”, comentou um dos peritos médico-legais.

Além de não comparecer a escolas ou receber atendimento médico durante o período que viveu em fuga, Rhuan precisava de acompanhamento, pois tinha um pequeno grau de autismo – o que, na primeira infância, prejudicou a fala e o desenvolvimento motor. A fuga da mãe e da madrasta deu-se quando a família conseguiu laudos para que o menino tivesse atendimento especial nas escolas que frequentasse.