COMO SAIR DAS DÍVIDAS

Por Newton A Medeiros Junior 23/04/2019 - 12:01 hs

 

 

O tema de hoje é: Dívidas. Como poupar se não sobra? Essa é uma questão muito importante e um tanto quanto delicada pois envolve hábitos e necessidades combinados com dificuldades e imprevistos.

            Vamos traçar um plano, um objetivo. Vamos tornar esse objetivo o mais próximo possível da realidade. Já ouviu a expressão “vamos começar pelo começo”? Pois é exatamente isso que vamos fazer. Não é fácil reduzir despesas ainda mais quando as despesas se juntam a dívidas acumuladas, uma boa parcela da população tem dívidas vencidas e não sabe como se livrar dessas dívidas e acredite em mim, procurar uma solução inadequada pode gerar mais transtornos e aumentar seus problemas.

            Primeiro vamos voltar para a base, usar o famoso caderninho. Relacione todas as suas dívidas em atraso procurando ser o mais detalhista possível. Precisa ter as seguintes informações: Valor atualizado; quantidade de parcelas a vencer e vencidas; taxa de juros. Vamos dividir isso em modalidades, por exemplo: financiamentos, cheque especial, familiares ou amigos, cartão de crédito, lojas e por aí vai. O objetivo é identificar as prioridades que na minha opinião devem ser as dívidas que envolvem maior taxa de juros. Os grandes vilões do momento são cartão de crédito e cheque especial, agora caso tenha empréstimo pessoal em financeiras ou pequenos bancos cuidado, alguns chegam a cobrar o dobro da taxa de um cheque especial e isso é absurdamente perigoso, é um vírus para a saúde financeira.

            Tenho dicas simples que se seguidas à risca podem ajudar e muito, claro que cada caso é particular e por isso desde já eu dou liberdade para me procurar (com sigilo claro) terei o maior prazer em ajudar.

            Aqui vai o mapa do tesouro! Dicas e mais dicas.

            Comece pela dívida mais cara, ou seja, a que cobra mais juros. Sendo cartão de crédito não pense duas vezes, rotativo nunca mais! Ligue para a central e faça um parcelamento da fatura. Atenção não é renegociação, é parcelamento. Com isso vai conseguir pagar mensalmente e reduzir a dívida.

           Sendo cheque especial procure o banco e solicite uma linha de crédito para cobrir o cheque especial, vai sair mais barato. Caso tenha um bem para dar como garantia fica muito melhor pois os juros serão menores.

            Se não existe restrição em seu CPF, uma boa alternativa pode ser a concentração de dívidas, ou seja, somar tudo que deve e tentar uma linha de crédito para pagar tudo. Vai ter apenas uma dívida e com uma parcela fixa, pode ser um empréstimo consignado se for o caso ou crédito pessoal – Atenção na taxa! Agora se já existe restrição aí pode partir para renegociação de dívidas. Essa modalidade oferece taxas menores e bons prazos, porém te deixam com restrição a crédito o que não é um problema visto que já existe restritivos.

       É FUNDAMENTAL não contrair mais dívidas nesse período, vale muito a pena o esforço.

            Em prazos que variam de 6 meses a 1 ano já será  possível obter um resultado muito positivo e sua vida financeira estará em plena recuperação, será saudável.

Ficou com dúvidas? Precisa de ajuda? Me procure, será um prazer ajudar!