BATALHANDO PELA VIDA

UMA HISTÓRIA EMOCIONANTE QUE TOCARÁ O SEU CORAÇÃO

Por ÉRICO SINFRÔNIO 24/11/2019 - 18:49 hs

Dona, Alexandrina Francisca Marques de 58 anos é uma mulher nordestina que vive atualmente na cidade de Wagner. (BA) De origem humilde sempre batalhou pela vida. Como todas as pessoas daquela época, aos 12 anos ela já auxiliava sua avó nas tarefas domésticas, e também no plantio de mandiocas. E com isso em uma Casa de Farinha produzia se a farinha para o mantimento de sua família. Porém no decorrer do tempo, aos 13 anos de idade ela adquiriu uma doença conhecida por muitos leitores como Poliomielite. Com isso ela veio a adoecer ficando por mais de 3 anos acamada. Desde então ela conviveu com essa doença. O seu filho que se chama  Agnus me disse “ela sente muitas dores,  dificuldades enfim” E  em um desabafo emocionante disse mais “ Há  exatamente 3 anos o estado dela veio se agravando,  tornando se tudo mais difícil pra ela, antes ela limpava a casa, lavava roupas,  fazia seu almoço e andava com dificuldades,  mas andava.” Para o filho Agnus vendo sua mãe nesse estado “é muito difícil pois ela não tem uma assistência como ela deveria ter, por conta de sua doença. Hoje, ela não tem mais uma vida como tinha antes,  deixou de ser independente, depende dos outros pra tudo, até na locomoção para fora e dentro de casa, apesar disso tudo quando ela não achava ajuda das outras pessoas, ela mesma através de um ‘banco’ muito conhecido no Nordeste como ‘tamborete’ se sentava  e com isso se  locomovia pelas dependências da casa com  grande esforço fazia seus afazeres domésticos”. Por mais uma vez ele desabafou com maiores detalhes. “Irá fazer 3 anos que ela vive encima de uma cama, e também encima daquele banco de madeira, que é usado para sua locomoção, porém ela vive me dizendo que não suporta mais essa vida. Já não basta as dores nas pernas,  agora é no corpo todo, de tanto ela se esforçar para conseguir se arrastar pelos cômodos da casa”  Atualmente ele mora em Rio Verde (GO) foi pra lá com intuito de arrumar um  emprego para poder  ajudar sua mãe, “mas com apenas um salário mínimo, não posso ajudar como queria.” Durante a entrevista pelo aplicativo WhatsApp, ele emocionando disse  “ Até para tomar banho meu tio tem que acompanhar ela, há  exatamente alguns meses atrás ela perdeu o equilíbrio no banho, tentando ficar em pé,  mas acabou caindo é batendo com o rosto na pia de lavar o rosto, mas graças a Deus não houve ferimentos graves, apenas lesões leves ou seja minha mãe está muito debilitada para qualquer esforços físicos, ela realmente precisa de uma grande ajuda” O sonho da dona Alexandrina é participar do Programa A Hora do Faro que é apresentado pelo apresentador Rodrigo Faro  “Ela sonha realizar um grande sonho, que é conseguir reformar sua casa, pois devido a sua deficiência ela precisa de uma casa com adaptações necessárias. E também de uma cadeira de rodas motorizada, porque mesmo ela tendo uma cadeira de rodas manual, não usa, pois não tem forças nos braços, tornando tudo mais difícil pra ela.  Ainda disse que por ver sua mãe nessa situação ele já fez inúmeras tentativas, mas todas elas sem sucesso.  Já fiz de tudo, postei inúmeras vídeos dela nas redes sociais, já fui no Instagram pessoal do Rodrigo Faro, mas não obtive respostas.  Eu creio que Deus é grandioso e sabes das necessidades dos filhos dele. Espero que algum filho de Deus se sensibilize com o drama da minha mãe, e estenda a mão pra ela.” E por fim finalizou dizendo, “vi uma cena que me deixou sem chão, fui trabalhar quando voltei do trabalho, notei que ela ainda estava no banheiro, chamei e não respondeu.  Foi quando eu abrir a porta, deparei com uma cena que marcará minha vida. De tanto ela fazer esforços pra conseguir se levantar, acabou desmaiando encima do vaso sanitário. No outro dia seu corpo estava cheio de hematomas roxas”. Diante desses relatos, esse nobre estudante de jornalismo aqui. Peço encarecidamente que todos os leitores do site Portal Notícias de Osasco e Região, passem a diante, até chegar em um programa de televisão. Porque fazer o bem é bom.  Principalmente quando há pessoas que realmente precisam.